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{"id":3520,"date":"2014-10-02T15:00:18","date_gmt":"2014-10-02T18:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/homologacao.tiquality.com.br\/amedpel\/?p=3520"},"modified":"2021-06-09T13:43:58","modified_gmt":"2021-06-09T16:43:58","slug":"ultrassonografia-versus-tomografia-computadorizada-para-nefrolitiase-suspeita","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/homologacao.tiquality.com.br\/amedpel\/ultrassonografia-versus-tomografia-computadorizada-para-nefrolitiase-suspeita\/","title":{"rendered":"Ultrassonografia versus tomografia computadorizada para nefrolit\u00edase suspeita"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ultrassonografia versus tomografia computadorizada para nefrolit\u00edase suspeita<\/strong><\/p>\n<p>R. Smith\u2011Bindman, C. Aubin, J. Bailitz, et al.<\/p>\n<p><strong>Fonte:\u00a0<\/strong>N Engl J Med 2014;371:1100-10<\/p>\n<p><strong>Base te\u00f3rica<\/strong>:\u00a0H\u00e1 falta de consenso se o exame de imagem inicial para pacientes com suspeita de nefrolit\u00edase deve ser a tomografia computadorizada (TC) ou a ultrassonografia<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos:<\/strong>\u00a0Neste estudo multic\u00eantrico, pragm\u00e1tico, de compara\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia, n\u00f3s randomizamos pacientes de 18 a 76 anos de idade que procuraram a emerg\u00eancia com suspeita de nefrolit\u00edase para receberem avalia\u00e7\u00e3o inicial com ultrassonografia realizada pelo m\u00e9dico emergencista (ultrassonografia \u00e0 beira do leito), ultrassonografia realizada pelo radiologista (ultrassonografia na radiologia), ou TC abdominal. O manejo subsequente, incluindo m\u00e9todos de imagem adicionais, ficou a crit\u00e9rio do m\u00e9dico. N\u00f3s comparamos os tr\u00eas grupos com respeito \u00e0 incid\u00eancia em 30 dias de diagn\u00f3sticos de alto risco com complica\u00e7\u00f5es potencialmente relacionadas a diagn\u00f3sticos n\u00e3o realizados ou atrasados, e \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o cumulativa \u00e0 radia\u00e7\u00e3o em 6 meses. Desfechos secund\u00e1rios foram eventos adversos graves, eventos adversos graves relacionados (atribu\u00eddos \u00e0 participa\u00e7\u00e3o no estudo), dor (avaliada em escala an\u00e1logo-visual de 11 pontos, sendo altos escores indicativos de dor mais grave), retorno \u00e0 emerg\u00eancia, hospitaliza\u00e7\u00e3o e acur\u00e1cia diagn\u00f3stica.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>:\u00a0Um total de 2759 pacientes foram randomizados: 908 para a ultrassonografia \u00e0 beira do leito, 893 para a ultrassonografia na radiologia e 958 para TC. A incid\u00eancia em 30 dias de diagn\u00f3sticos de alto risco com complica\u00e7\u00f5es foi baixa (0,4%) e n\u00e3o diferiu entre os m\u00e9todos de imagem. A exposi\u00e7\u00e3o cumulativa m\u00e9dia \u00e0 radia\u00e7\u00e3o em 6 meses foi significativamente mais baixa nos grupos das ultrassonografias que no grupo da TC (P&lt;0,001). Eventos adversos graves ocorreram em 12,4% dos pacientes alocados para a ultrassonografia \u00e0 beira do leito, 10,8% daqueles alocados para a ultrassonografia na radiologia e 11,2% dos que realizaram TC (P=0,50). Eventos adversos graves relacionados foram infrequentes (0,4%) e semelhantes entre os grupos. Em 7 dias, a m\u00e9dia dos escores de dor foi 2.0 em cada grupo (P=0,84). Retorno \u00e0 emerg\u00eancia, hospitaliza\u00e7\u00f5es e acur\u00e1cia diagn\u00f3stica n\u00e3o diferiu significativamente entre os grupos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es:\u00a0<\/strong>Ultrassonografia inicial foi associada com menor exposi\u00e7\u00e3o cumulativa \u00e0 radia\u00e7\u00e3o que a TC, sem diferen\u00e7as significativas nos diagn\u00f3sticos de alto risco com complica\u00e7\u00f5es, eventos adversos graves, escores de dor, retorno \u00e0 emerg\u00eancia ou hospitaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ultrassonografia versus tomografia computadorizada para nefrolit\u00edase suspeita R. Smith\u2011Bindman, C. Aubin, J. Bailitz, et al. 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